"Os subsídios de Natal e de férias são inalienáveis e impenhoráveis" (Francisco Sá Carneiro, 30 de julho de 1980)

Santana Castilho (29-02-2012): "Passos em falso"

A retórica inconsequente do reforço da autoridade dos professores

Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

Há sempre uma próxima vez...

Já se percebeu que com esta equipa ministerial o ACORDO apenas poderá ser conseguido numa PRÓXIMA reunião ou semana.
Todavia, à medida que os rituais negociáticos se vão sucedendo e que a comunicação entre as partes se vai tornando mais entrópica, os professores vão percebendo cada vez menos com quantos pontos se atinge um acordo:
- para haver acordo basta a aceitação por parte do ME do ponto relativo à progressão efectiva, ainda que mais retardada, de todos os classificados com "Bom" (o que configuraria uma traição à luta dos professores contra este modelo de avaliação, porque é óbvio que o caos iria regressar às escolas, uma vez que a esmagadora maioria dos professores se iria candidatar ao "Muito bom" e ao "Excelente" para não permitir que alguns menos qualificados, mas mais afoitos, os ultrapassassem na carreira) ou é necessário que o ME acolha estes 30 pontos da FENPROF (mais conformes às reivindicações dos professores)?

Permitam-me uma segunda questão algo ingénua:
- se os sindicatos apelaram à não entrega dos objectivos individuais e incentivaram os professores, por força do "Simplex", a não concorrerem aos "Muito bons" e aos "Excelentes", não acham insultuoso que o documento proposto pelo ME faça depender a progressão dos professores do escalão 340 para o escalão 370 (alínea a. do ponto 40) da obtenção destas classificações máximas? Porque não denunciam esta vingança contra aqueles que se opuseram ao modelo de MLR?
Proposta Da Fenprof Para Haver Acordo

1 comentários:

Cristina Ribas disse...

Concordo inteiramente, Octávio!
Bom ano para ti e a tua família e que 2010 seja realmente novo!
beijinhos