Ler mais aqui...Vara surge como a eminência parda do governo de Sócrates (mas que o povo não elegeu para coisa nenhuma), parecendo funcionar, quer como um braço económico viabilizador/inviabilizador dos negócios que melhor assegurem a tranquilidade de que o socratismo necessita para medrar na sociedade e na política portuguesa, quer como o "lobby" perfeito . Na realidade, uma espécie de super-ministro que assegura no terreno a inactivação da oposição ao socratismo.
E nem vale a pena recordarmos a eficácia da árvore das patacas socialista que proporciona carreiras meteóricas a indivíduos que partem das suas terrinhas e dos seus deprimentes empregos com uma mão à frente e outra atrás, para depois regressarem, poucos anos mais tarde, ungidos de um poder e de uma fortuna incomuns.
O Parlamento deste país (já que relativamente à Presidência da República e ao sistema judicial estamos entendidos) ver-se-á amputado de qualquer autoridade e credibilidade se não levar até ao fim uma investigação rigorosa sobre o papel de Vara e do BCP nos subterrâneos do socratismo.
Isto, claro, descontando os veredictos ilibatórios e por antecipação de Almeida Santos.
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