"Os subsídios de Natal e de férias são inalienáveis e impenhoráveis" (Francisco Sá Carneiro, 30 de julho de 1980)

Santana Castilho (29-02-2012): "Passos em falso"

A retórica inconsequente do reforço da autoridade dos professores

Domingo, 28 de Fevereiro de 2010

Uma pergunta inocente (vá, duas...)

Perante as gravíssimas acusações (susceptíveis muitas delas de apuramento fáctico) desferidas por inúmeros jornalistas que, por estes dias, se deslocaram ao Parlamento, o silêncio da ERC e do Sindicato dos Jornalistas significa, exactamente, o quê?
(No mínimo, contrasta com a histeria de há cinco anos. Alguma razão que não estejamos a descortinar?)

2 comentários:

Anónimo disse...

Histérico estás tu, ou então tens os ovários descaídos, ou mais provavelmente andas a ficar encaroçado.
Purga-te...vê se me entendes.

Octávio V Gonçalves disse...

Como compreendo o desespero do anónimo das 21.55, porventura saudoso dos regimes das purgas. Depois, o insulto gratuito e deslocado apenas exprime recalcamentos mal resolvidos e, sobretudo, sublimações doentias. Mas, enfim... vindo de um destemido "anónimo", revela bem a fibra daqueles que se acobardam e arremessam postas de pescada (por sinal, bem reveladoras do antro) sem saírem do seu esconderijo.
Mesmo que o anónimo não suscite o essencial, a postura da ERC e do Sindicato dos Jornalistas ficou hoje bem clara na intervenção do administrador da TVI, no Parlamento. Está explicado o silêncio actual.