"Os subsídios de Natal e de férias são inalienáveis e impenhoráveis" (Francisco Sá Carneiro, 30 de julho de 1980)

Santana Castilho (29-02-2012): "Passos em falso"

A retórica inconsequente do reforço da autoridade dos professores

Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

Os PEC são como as cerejas

Foi ontem anunciado, qual último gadget do (des)governo da Nação, mais um PEC (plano de emagrecimento colectivo) para o pessoal em geral e para a função pública em particular. Com toda a pompa e circunstância e à hora fatal, Sócrates deu finalmente a boa nova: basicamente mais impostos, que a coisa está (ou já estaria, muito antes?) negra! Novidade, novidade, só para alguns, qu’isto de PEC é como as cerejas: o mal é puxar a primeira. Era bom de ver que o mal era o primeiro PEC; o segundo era já a seguir, o terceiro é já a seguir e (está-se memo a ver) o quarto certamente não tardará muito. Sim que, se não há duas sem três, com este (des)governo está garantido, pelo menos, um quarto PEC. E mesmo este número só dependerá do número de meses que a (des)governação durar!

PS (salvo seja!!!): Tendo em conta a eficácia da recente mensagem de Ano Novo escolar, para a tão aguardada boa nova (o PEC 4), sugere-se Isabel Alçada, qu’isto de falar a sério não é memo para toda a gente.
Manuel Salgueiro

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