“Estamos a pedir em más condições, depois de um golpe de Sócrates que provocou eleições para tentar continuar no deslize e no agravamento em que estávamos” (António Barreto, 31-03-2011)Embora os portugueses mais esclarecidos já tenham percebido os contornos da anatomia do golpe gizado por Sócrates, nunca é demais sublinhar a evidência da motivação socrática, sobretudo, num tempo em que os portugueses são permanentemente bombardeados, até ao nojo, com a cassete socrato-socialista da vitimização e da culpabilização do PSD.
Ao arrepio da estratégia "lança-culpas", o ministro da Economia, sempre coerente com a sua teoria das cadeias causais, não deixará de vir a terreiro, mais logo, estabelecer uma relação directa entre a notícia da degradação do défice público, em 2010, e o novo máximo atingido, hoje, pelas taxas de juros da dívida portuguesa.
0 comentários:
Enviar um comentário