Blogue de análise educacional, social e política, no quadro de um exercício inalienável de cidadania racional, livre, crítica e, partidariamente, descomprometida. Mania de pensar!
Um murro de Santana Castilho na consciência de Passos Coelho e da elite política "laranja" (18-01-2012): As "natas"
Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011
Qual é a ficha para avaliar isto?
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| In jornal I, 28-02-2011 |
É pena que estes sujeitos não aprovem, para aplicação a si próprios, umas fichas avaliativas, e nem necessitavam de ter a natureza demencial das fichas de ADD, que pudessem fazer justiça à natureza sofrível das suas actuações políticas.
Vila Real torna-se, novamente, o bastião da luta contra o modelo de avaliação
À semelhança do que já havia ocorrido com o modelo original de Maria de Lurdes Rodrigues, de que o actual não está muito afastado, os professores de Vila Real elevam a fasquia da contestação ao modelo de ADD em vigor, com inúmeros relatores a suspenderem, de facto, os procedimentos avaliativos até que os esclarecimentos relativos à (in)operacionalização do modelo sejam prestados.
Depois de eu próprio e do meu colega e amigo José Aníbal termos tomado posição idêntica, na qualidade de relatores (e ainda continuamos a travar a batalha da escusa), eis que são todos os relatores do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais da Escola Secundária Camilo Castelo Branco a fazê-lo. Parabéns, pois, aos nossos colegas do "Liceu", de quem não esperava, sou sincero, outra atitude.
Convém, porém, recordar que a seriedade e a dignidade não devem constituir um exclusivo dos relatores/avaliadores, pois elas são imperativos deontológicos de todos os professores, incluindo os avaliados.
Relatores do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Depois de eu próprio e do meu colega e amigo José Aníbal termos tomado posição idêntica, na qualidade de relatores (e ainda continuamos a travar a batalha da escusa), eis que são todos os relatores do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais da Escola Secundária Camilo Castelo Branco a fazê-lo. Parabéns, pois, aos nossos colegas do "Liceu", de quem não esperava, sou sincero, outra atitude.
Convém, porém, recordar que a seriedade e a dignidade não devem constituir um exclusivo dos relatores/avaliadores, pois elas são imperativos deontológicos de todos os professores, incluindo os avaliados.
Lições de irrealismo
Uma bela alegoria para que se perceba como, mais cedo ou mais tarde, os números de ilusionismo e de camuflagem da realidade acabam sempre desmascarados.
A propósito e com a maior cara de pau, o ministro das Finanças vem, hoje, abrir a porta a "novas medidas adicionais", o que significa mais sacrifícios para os mesmos de sempre, quando, ainda há dois dias, Sócrates efabulava, delirante, sobre uma governação de sucesso e uma bazófia auto-suficiente.
Estes tipos, sempre à espreita de bodes expiatórios e de truques de passa-responsabilidades, vão agora cavalgar a onda da crise do petróleo.
Já cansa tamanha incompetência e desresponsabilização!... Quem ainda não o fez, que diga, definitivamente, BASTA!...
Uma comitiva do Parlamento Europeu a convite de Sócrates e da sua Ministra Isabel Alçada, visitam uma escola modelo no nosso país maravilha.
Numa sala da primária cheia de jornalistas a ensaiada professora com ambição a uma futura boa colocação, pergunta aos alunos:
- Onde existe a melhor escola?
- Em Portugal. - Respondem todos.
- Onde existe o Magalhães, o melhor portátil do mundo?
- Em Portugal. - Respondem.
- E onde há os melhores recreios da Europa?
- Em Portugal. - Respondem mais uma vez.
- E onde existem as melhores cantinas, que servem os melhores almoços, com boas sobremesas?
- Nas escolas de Portugal!
A professora ainda insaciada, continua: - Onde é que vivem as crianças mais felizes do mundo?
- Em Portugal! - Respondem os alunos com a lição bem estudada.
Os tradutores lá iam informando a comitiva estrangeira, que abanava a cabeça, céptica. Nisto uma garota no fundo da sala começa a chorar baixinho. Com as televisões em directo, Sócrates, para impressionar convidados e jornalistas, pondo-se a jeito para as câmaras, resolve acudir à menina perguntando-lhe:
- Que tens minha Menina? Responde a menina, soluçando:
- QUERO IR PARA PORTUGAL!!!!!
A força dos professores
Não contando ainda com nenhuma divulgação na comunicação social e, mesmo, sem o patrocínio e a logística dos sindicatos, a adesão dos professores à petição que exige a substituição do actual modelo de avaliação está a tornar-se um fenómeno imparável que não vai deixar ninguém indiferente, desde os partidos da oposição ao ministério da Educação.
Em pouco mais de escassos três dias, o número de professores que subscreveram a petição já atingiu os 4600 (23h45m, 27-02-2011).
Não tenho a certeza se este tipo de petição online funciona apenas como poderoso instrumento de pressão democrática ou se é susceptível de poder vir a forçar o agendamento desta exigência dos professores para discussão na Assembleia da República.
Se não cumprir o segundo requisito, como suspeito, então, a mensagem desta impressionante mobilização é clara:
- chegou o momento de os sindicatos de professores dinamizarem, nas escolas de todo o país, uma petição a exigir o fim deste modelo de avaliação e a sua substituição por processos de avaliação simples, consistentes, transparentes e justos, obrigando os deputados a agendarem a discussão da avaliação do desempenho docente e a respeitarem o que não deixará de ser a vontade maioritariamente expressa pelos professores.
Quem ainda não assinou, pode fazê-lo AQUI
Domingo, 27 de Fevereiro de 2011
Exporte-se o modelo de avaliação para o Alentejo
Na sequência de uma excelente cobertura que o jornal I vem empreendendo da contestação das escolas e dos professores ao modelo de ADD em vigor, foi agora disponibilizado o mapa nacional das 99 escolas que contestam o modelo, bastando clicar em cada distrito (apenas funciona no site do jornal) para se ficarem a conhecer as escolas contestatárias e algumas das tomadas de posição.
Podia estar aqui a invocar e a discorrer sobre razões políticas, históricas, culturais, ou outras de proselitismo mais localizado, mas nem me vou dar ao trabalho de o fazer, também para não acicatar hipersensibilidades regionalistas.
E depois, também convém não iludir que quem, agora, reage mais, são os distritos que menos se mobilizaram para a recusa à entrega dos objectivos individuais, no 1º ciclo de avaliação, e que mais prontamente aplicaram o modelo.
Todavia e seja por que razão for, que é uma vergonha a ausência de reacção no baixo Alentejo e a quase ausência em distritos como Bragança e Guarda, lá isso é!...
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| Fonte: Jornal I |
10 blogues sobre educação em Portugal
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| Fonte: Edições Sebenta |
Todavia, o aspecto que deve merecer maior destaque prende-se com a excelente iniciativa das Edições Sebenta e que leva o nome de Manual Escolar 2.0.
A relevância didáctica e pedagógica deste projecto leva-me a proceder à sua divulgação neste meu espaço blogosférico:
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| AQUI |
Um nojo
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| Fonte: Reuters |
Dói-me a alma sempre que, empaticamente, procuro abrir a minha emocionalidade e o meu pensamento ao pathos dos pais de tantos jovens líbios que, em Tripoli, estão a ser raivosamente chacinados no silêncio, no anonimato e no desespero da interrupção dramática dos seus sonhos de liberdade e da sua vontade viver.
O que não estaria a acontecer, neste momento, em Portugal, se esta posição de protecção a Khadafi tivesse sido tomada por outro qualquer governo e partido, que não esta espécie de entorpecimento socialista.
Sábado, 26 de Fevereiro de 2011
Salvar a pele
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| Fonte: Jornal de Notícias |
O esforço dos portugueses já há muito que está arruinado pelo próprio Sócrates, com roubos continuados dos seus rendimentos e com o sequestro desse esforço por parte de políticas megalómanas que têm conduzido a um endividamento galopante e irresponsável que derrete a totalidade desse esforço em pagamentos de juros de dívidas (e já nem para pagar juros é suficiente).
Verdadeiramente, o que uma crise política "deitaria por terra", seria a pesporrência de Sócrates e as suas miseráveis políticas.
Venha ela!...
O Estado em versão 31 de boca
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| In Expresso, 26-02-2011 |
Pelo teor da notícia, devo inferir que o compromisso estabelecido entre o PSD e o governo de Sócrates, com vista à reavaliação das parcerias público-privadas, incluindo, parece-me óbvio, o TGV, não foi passado a escrito, suportando-se apenas num 31 de boca, apesar das implicações para o Estado e para o país que podem advir das decisões que venham a ser tomadas neste dossier.
Apoio a iniciativa da APEDE e procurarei estar presente
O imperativo deontológico e pedagógico de combater a farsa desta ADD, a consideração que me merecem os colegas e amigos da APEDE, a necessidade vital de resistência aos ataques demenciais a que os professores têm sido sujeitos e a missão de cidadania que me impus a mim próprio de dar o meu modesto contributo para desgastar politicamente o socratismo, levam-me não só a reconhecer o mérito e a relevância desta iniciativa da APEDE, como a tudo fazer para poder marcar presença na concentração/vigília, apesar dos 500 quilómetros que me distanciam de Sintra.
Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011
Sai mais um simplex, se faz favor!
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| Excerto do comunicado de antevisão da reunião havida, hoje, entre a FNE e o ME |
Depois do entendimento e do acordo, talvez ainda haja umas semanas de governação que possibilitem uma terceira oportunidade de aparentes tesouradas nas franjas deste modelo, quiçá sob a forma de pacto (será "pato" com laranja a partir de Setembro?).
Esta "revolução" é nossa
| Nº de subscritores da petição que exige a substituição do modelo de avaliação (25-02-2011, 15h00) |
| Fonte: O Primeiro de Janeiro, 25-02-2011 |
Governo está por semanas
A crer nesta notícia da capa da edição, de hoje, do SOL, estará para breve a queda do governo, face ao atestado de incompetência e de falência da governação socrática, tal como consubstanciado no recurso à "ajuda externa".
Apesar da crise e dos sacrifícios que nos esperam, a simples possibilidade de o país e, sobretudo, a escola pública, se ver livre de Sócrates, é motivo suficiente para, na ocasião da queda, se abrir uma garrafinha de champagne.
Em apenas 24 horas, 1209 subscritores
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| AQUI |
É fundamental que prossigamos a divulgação desta meritória iniciativa, para que possa ser dado um sinal claro aos pretensos repórteres da "guerra" da avaliação.
Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011
Estarão a ficar cotas? Jamé
Nem comento a involução e a incoerência, para não excitar os habituais lançadores de bichas de rabiar sobre tudo o que pressintam como narrativas críticas das piruetas sindicais.
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| Fonte: Diário Digital (28-05-2008) |
Em Novembro de 2009, Mário Nogueira ainda considerava a recusa das quotas um princípio "inegociável".
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| Fonte: Público (24-02-2011) |
Se as quotas continuam inaceitáveis para a Fenprof, por que cargas d'água as vão negociar e as aceitaram no Acordo de Princípios?
Da indignação e mal-estar generalizados à sua manifestação pública... já são 82 escolas
Num quadro em que a muitos milhares de professores, mesmo que assumidamente oposicionistas deste modelo de avaliação, se torna difícil o regresso à contestação, porque decepcionados com os resultados da sua luta (quando não mesmo prejudicados) e desconfiados em relação aos sindicatos (depois de dois cambalachos com o governo, cozinhados nas costas dos professores e que deixaram incólume o essencial do modelo de avaliação), a circunstância de, em poucos dias, já existirem 82 escolas/agrupamentos a manifestarem a sua exigência de suspensão do modelo de avaliação (ou a interromperem mesmo os processos avaliativos), é bem a expressão do carácter perturbador e desagregador que uma avaliação destituída de condições de operacionalização rigorosa, séria e promotora de melhores práticas está a ter nos professores e nas escolas.
Face a estas tomadas de posição, e com inúmeras outras escolas que ainda se encontram na fase das assinaturas e das aprovações de mais moções, o governo não pode continuar a esconder-se atrás do silêncio ou das ameaças, do mesmo modo que os partidos da oposição não podem ignorar e fingir a gravidade desta problemática, deixando de promover a audições, as intervenções e as decisões políticas que permitam remover, definitivamente, este foco de conflitualidade e de inautenticidade, tão dilacerante da qualidade e da decência dos processos que deviam caber numa escola pública.
Para reforçar a expressão da rejeição dos professores face a este modelo de avaliação, deixo aqui, quer um desafio ao ministério da Educação e a investigadores independentes, no sentido de implementarem uma inquirição a nível nacional sobre o posicionamento dos professores face a este modelo de ADD, quer um repto aos sindicatos, para que promovam, nas escolas, uma gigantesca petição nacional contra este modelo de avaliação, de forma a obrigarem a Assembleia da República a discutir e a tomar decisões em matéria de avaliação de professores.
Eis a listagem das escolas que se opõem a este modelo de avaliação, tal como compilada pelo colega Carlos Marinho.
Já são 80 escolas e Agrupamentos… (23 de Fevereiro de 2011)
Eis a listagem das escolas que se opõem a este modelo de avaliação, tal como compilada pelo colega Carlos Marinho.
Já são 80 escolas e Agrupamentos… (23 de Fevereiro de 2011)
(entre a contabilidade dos Blogues e a da Fenprof)
Sem contar com esta:Moções Do I Encontro De Dirigentes De Escolas Públicas
As últimas...
Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real, Tomada de Posição (ADD).
Escola Secundária José Gomes Ferreira, Tomada de Posição (ADD).
Escola Secundária De Ponte de Lima, Tomada de Posição (ADD).
Agrupamento de Escolas da Guia, Tomada de Posição.
Agrupamento de escolas de Ovar, Ovar, Tomada de Posição dos Relatores (ADD).
Escola Secundária Com 3º CEB José Macedo Fragateiro, Ovar, ADD.
Escola Secundária Emídio Navarro, Almada, ADD.
Escola Secundária com 3º CEB Henrique Medina, Esposende – (ADD).
Agrupamento De Escolas De Penacova, Tomada de Posição (ADD).
Escola Secundária com 3º Ciclo de Ferreira Dias, Sintra, Tomada de Posição – CCAD.
Escola Secundária Filipa de Vilhena, Porto – Tomada de Posição dos Relatores (ADD).
Escola Secundária de S. Pedro, Vila Real (ADD).
Agrupamento de Escolas de Alpendorada, Alpendorada – Tomada de posição dos relatores (ADD).
Escola Básica de Oliveira de Frades, Posição subscrita por 52 docentes.
Agrupamento de Escolas de Penacova, Tomada de posição em reunião geral de professores.
Agrupamento de Escolas de Marvão, Tomada de posição dos docentes do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais, dos docentes do Departamento de Ciências Sociais e Humanas e dos docentes do Departamento de línguas.
Agrupamento de Escolas de Romeu Correia, Escola Secundária com 2° Ciclo de Romeu Correia, Departamento de Ciências Sociais e Humanas e Reunião de Grupo 520.
Agrupamento de Escolas de Castro Daire, Tomada de posição dos docentes do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais.
Agrupamento de Escolas Nuno Álvares - Seixal, Tomada de Posição aprovada em reunião sindical por unanimidade.
Escola Básica de Arnoso, Santa Maria - V. N. Famalicão, Tomada de Posição em Departamento Curricular.
Agrupamento de Escolas Marquês de Pombal, Posição tomada em reunião de departamento curricular.
Agrupamento de Escolas D. José - Monte Gordo, Posição tomada em reunião sindical.
Escola Secundária/3 Padre Alberto Neto, Queluz, Posição tomada em reunião do grupo de educação física.
Agrupamento de Escolas de Tortosendo, Posição tomada em reunião do grupo de expressões.
Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade (ADD).
Agrupamento de Escolas de Silgueiros (ADD).
Escola Secundária com 3º Ciclo João de Barros - Seixal, Posição tomada em reunião sindical por maioria.
Agrupamento de Escolas de Alfornelos, Posição aprovada em pelo Grupo Disciplinar de Educação Especial.
Agrupamento de Escolas de Fiães - Argoncilhe, Posição aprovada em Departamento Curricular (?).
Agrupamento de Escolas de Melgaço, Posição aprovada em Departamento Curricular (?).
Agrupamento de Escolas Professor Ruy Luís Gomes - Almada, Posição aprovada em Reunião Sindical, por unanimidade.
Agrupamento de Escolas D. Dinis - Leiria, Posição aprovada em Departamento Curricular (?).
Agrupamento de Escolas Romeu Correia - Almada, Posição aprovada em Reunião Sindical, por unanimidade.
Agrupamento de Escolas Elias Garcia - Almada, Posição aprovada em Reunião Sindical, por unanimidade.
Escola Secundária Manuel Cargaleiro - Seixal, Posição aprovada em Reunião Sindical, por maioria.
Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro, Posição aprovada em Departamento Curricular (?)
Secundária de Vila Verde, Braga (ADD).
Dep. Ciências Sociais e Humanas da Escola Secundária da Amora (ADD).
Conselho Pedagógico do Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da Silva, Rio Maior, (ADD).
… as outras:
Agrupamento de Escolas de São Silvestre, Coimbra (ADD).
Escola Secundária Infanta D. Maria - Coimbra - Tomada de Posição (ADD).
Secundária Augusto Gomes, Matosinhos (ADD).
Agrupamento Vertical Clara de Resende, Porto, 2 Tomadas de Posição, ADD e Reorganização Curricular
Escola secundária Maria Amália Vaz de Carvalho, Lisboa, Posição dos professores sobre a actual situação da escola, as propostas de alteração organizacional e curricular do sistema educativo e a avaliação do desempenho docente.
Esc. Secundária de Camões, Lisboa, (avaliação de desempenho ADD).
EB1 Bairro da Ponte - Agrupamento de Santo Onofre - Caldas da Rainha, Tomada de Posição - Reunião de Conselho de Docentes.
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Poiares - Tomada de Posição - Conselho Pedagógico.
Escola Secundária com 3º Ciclo Quinta das Palmeiras - Tomada de Posição.
Escola Secundária com 3º Ciclo Nuno Álvares - Tomada de Posição.
Escola Secundária Frei Heitor Pinto - Tomada de Posição.
Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã - Tomada de Posição - Departamento de Línguas, Reunião de disciplina de Língua Portuguesa, Departamento de Ciências Sociais, Departamento do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Agrupamento de Escolas do Teixoso - Tomada de Posição.
Agrupamento de Escolas de João Franco do Fundão - Tomada de Posição.
Agrupamento Escolas do Atlântico, Conselho Geral, Viana do Castelo, (ADD).
Agrupamento de Escolas de Freiria - Reunião de CEF – Electricidade, Reunião de CEF – Informáticos, Professores do 1.º CEB - Informação adicional à posição aprovada, Departamento Curricular de Educação Pré-Escolar - Informação adicional à posição aprovada.
Agrupamento de Escolas Dr. Augusto Louro, Seixal (EVT).
EB1 de Serrado, Agrupamento de Buarcos - Informação adicional à posição tomada.
Escola EB 2/3 D. Carlos I, Sintra (ADD).
EBI de Montenegro - Faro - Grupo disciplinar de História.
EBI/JI de Montenegro – Faro - Educação Física.
Escola de Framil - Posição aprovada em reunião de Departamento Curricular.
Agrupamento de Escolas de Salir - Informação adicional à posição tomada.
Escola Secundária Dr. António Granjo - Informação adicional à posição aprovada.
Escola Secundária Com 3º CEB De Ferreira Dias, Cacém, Posição do CCAD.
Escola Secundária de Amares - Posição aprovada em Departamento Curricular de Educação Física e Informação adicional ao texto aprovado.
Agrupamento de Escolas D. Pedro I, Gaia: Conselho Pedagógico (ADD).
Escola de Canelas - Vila Nova de Gaia - Posição aprovada em reunião sindical.
EB 2, 3 de Cabreiros - Barcelos - Posição aprovada em Departamento Curricular.
Escola Secundária de Barcelos, Barcelos (ADD).
Agrupamento de Escolas D. José I - Vila Real de S.to António - Informação adicional ao texto aprovado.
Agrupamento de Escolas de Castro Daire - Informação adicional ao texto aprovado.
Agrupamento de Escolas de Mogadouro - Posição aprovada em Departamento Curricular.
Agrupamento de Escolas de Soure 3/S Martinho Árias - Informação adicional ao texto aprovado.
Agrupamento de Escolas nº1 de Portalegre - Informação adicional ao texto aprovado.
Escola D. Manuel I - Pernes - Posição aprovada 10 (dez) reuniões de Departamentos Curriculares.
Agrupamento de Escolas de Esgueira - Informação adicional à posição aprovada.
Agrupamento de Escolas de Gondifelos, V.N. de Famalicão, Posição Professores do Departamento do Primeiro Ciclo.
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Foz Côa - Reunião Sindical.
EB 23 da Maia - Declaração de Protesto dos Relatores.
Escola Secundária Padre Benjamim Salgado - Posição de Departamento Curricular.
As últimas...
Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real, Tomada de Posição (ADD).
Escola Secundária José Gomes Ferreira, Tomada de Posição (ADD).
Escola Secundária De Ponte de Lima, Tomada de Posição (ADD).
Agrupamento de Escolas da Guia, Tomada de Posição.
Agrupamento de escolas de Ovar, Ovar, Tomada de Posição dos Relatores (ADD).
Escola Secundária Com 3º CEB José Macedo Fragateiro, Ovar, ADD.
Escola Secundária Emídio Navarro, Almada, ADD.
Escola Secundária com 3º CEB Henrique Medina, Esposende – (ADD).
Agrupamento De Escolas De Penacova, Tomada de Posição (ADD).
Escola Secundária com 3º Ciclo de Ferreira Dias, Sintra, Tomada de Posição – CCAD.
Escola Secundária Filipa de Vilhena, Porto – Tomada de Posição dos Relatores (ADD).
Escola Secundária de S. Pedro, Vila Real (ADD).
Agrupamento de Escolas de Alpendorada, Alpendorada – Tomada de posição dos relatores (ADD).
Escola Básica de Oliveira de Frades, Posição subscrita por 52 docentes.
Agrupamento de Escolas de Penacova, Tomada de posição em reunião geral de professores.
Agrupamento de Escolas de Marvão, Tomada de posição dos docentes do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais, dos docentes do Departamento de Ciências Sociais e Humanas e dos docentes do Departamento de línguas.
Agrupamento de Escolas de Romeu Correia, Escola Secundária com 2° Ciclo de Romeu Correia, Departamento de Ciências Sociais e Humanas e Reunião de Grupo 520.
Agrupamento de Escolas de Castro Daire, Tomada de posição dos docentes do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais.
Agrupamento de Escolas Nuno Álvares - Seixal, Tomada de Posição aprovada em reunião sindical por unanimidade.
Escola Básica de Arnoso, Santa Maria - V. N. Famalicão, Tomada de Posição em Departamento Curricular.
Agrupamento de Escolas Marquês de Pombal, Posição tomada em reunião de departamento curricular.
Agrupamento de Escolas D. José - Monte Gordo, Posição tomada em reunião sindical.
Escola Secundária/3 Padre Alberto Neto, Queluz, Posição tomada em reunião do grupo de educação física.
Agrupamento de Escolas de Tortosendo, Posição tomada em reunião do grupo de expressões.
Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade (ADD).
Agrupamento de Escolas de Silgueiros (ADD).
Escola Secundária com 3º Ciclo João de Barros - Seixal, Posição tomada em reunião sindical por maioria.
Agrupamento de Escolas de Alfornelos, Posição aprovada em pelo Grupo Disciplinar de Educação Especial.
Agrupamento de Escolas de Fiães - Argoncilhe, Posição aprovada em Departamento Curricular (?).
Agrupamento de Escolas de Melgaço, Posição aprovada em Departamento Curricular (?).
Agrupamento de Escolas Professor Ruy Luís Gomes - Almada, Posição aprovada em Reunião Sindical, por unanimidade.
Agrupamento de Escolas D. Dinis - Leiria, Posição aprovada em Departamento Curricular (?).
Agrupamento de Escolas Romeu Correia - Almada, Posição aprovada em Reunião Sindical, por unanimidade.
Agrupamento de Escolas Elias Garcia - Almada, Posição aprovada em Reunião Sindical, por unanimidade.
Escola Secundária Manuel Cargaleiro - Seixal, Posição aprovada em Reunião Sindical, por maioria.
Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro, Posição aprovada em Departamento Curricular (?)
Secundária de Vila Verde, Braga (ADD).
Dep. Ciências Sociais e Humanas da Escola Secundária da Amora (ADD).
Conselho Pedagógico do Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da Silva, Rio Maior, (ADD).
… as outras:
Agrupamento de Escolas de São Silvestre, Coimbra (ADD).
Escola Secundária Infanta D. Maria - Coimbra - Tomada de Posição (ADD).
Secundária Augusto Gomes, Matosinhos (ADD).
Agrupamento Vertical Clara de Resende, Porto, 2 Tomadas de Posição, ADD e Reorganização Curricular
Escola secundária Maria Amália Vaz de Carvalho, Lisboa, Posição dos professores sobre a actual situação da escola, as propostas de alteração organizacional e curricular do sistema educativo e a avaliação do desempenho docente.
Esc. Secundária de Camões, Lisboa, (avaliação de desempenho ADD).
EB1 Bairro da Ponte - Agrupamento de Santo Onofre - Caldas da Rainha, Tomada de Posição - Reunião de Conselho de Docentes.
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Poiares - Tomada de Posição - Conselho Pedagógico.
Escola Secundária com 3º Ciclo Quinta das Palmeiras - Tomada de Posição.
Escola Secundária com 3º Ciclo Nuno Álvares - Tomada de Posição.
Escola Secundária Frei Heitor Pinto - Tomada de Posição.
Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã - Tomada de Posição - Departamento de Línguas, Reunião de disciplina de Língua Portuguesa, Departamento de Ciências Sociais, Departamento do 1º Ciclo do Ensino Básico.
Agrupamento de Escolas do Teixoso - Tomada de Posição.
Agrupamento de Escolas de João Franco do Fundão - Tomada de Posição.
Agrupamento Escolas do Atlântico, Conselho Geral, Viana do Castelo, (ADD).
Agrupamento de Escolas de Freiria - Reunião de CEF – Electricidade, Reunião de CEF – Informáticos, Professores do 1.º CEB - Informação adicional à posição aprovada, Departamento Curricular de Educação Pré-Escolar - Informação adicional à posição aprovada.
Agrupamento de Escolas Dr. Augusto Louro, Seixal (EVT).
EB1 de Serrado, Agrupamento de Buarcos - Informação adicional à posição tomada.
Escola EB 2/3 D. Carlos I, Sintra (ADD).
EBI de Montenegro - Faro - Grupo disciplinar de História.
EBI/JI de Montenegro – Faro - Educação Física.
Escola de Framil - Posição aprovada em reunião de Departamento Curricular.
Agrupamento de Escolas de Salir - Informação adicional à posição tomada.
Escola Secundária Dr. António Granjo - Informação adicional à posição aprovada.
Escola Secundária Com 3º CEB De Ferreira Dias, Cacém, Posição do CCAD.
Escola Secundária de Amares - Posição aprovada em Departamento Curricular de Educação Física e Informação adicional ao texto aprovado.
Agrupamento de Escolas D. Pedro I, Gaia: Conselho Pedagógico (ADD).
Escola de Canelas - Vila Nova de Gaia - Posição aprovada em reunião sindical.
EB 2, 3 de Cabreiros - Barcelos - Posição aprovada em Departamento Curricular.
Escola Secundária de Barcelos, Barcelos (ADD).
Agrupamento de Escolas D. José I - Vila Real de S.to António - Informação adicional ao texto aprovado.
Agrupamento de Escolas de Castro Daire - Informação adicional ao texto aprovado.
Agrupamento de Escolas de Mogadouro - Posição aprovada em Departamento Curricular.
Agrupamento de Escolas de Soure 3/S Martinho Árias - Informação adicional ao texto aprovado.
Agrupamento de Escolas nº1 de Portalegre - Informação adicional ao texto aprovado.
Escola D. Manuel I - Pernes - Posição aprovada 10 (dez) reuniões de Departamentos Curriculares.
Agrupamento de Escolas de Esgueira - Informação adicional à posição aprovada.
Agrupamento de Escolas de Gondifelos, V.N. de Famalicão, Posição Professores do Departamento do Primeiro Ciclo.
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Foz Côa - Reunião Sindical.
EB 23 da Maia - Declaração de Protesto dos Relatores.
Escola Secundária Padre Benjamim Salgado - Posição de Departamento Curricular.
Todos os professores que rejeitam o actual modelo de ADD devem assinar esta Petição
Não apenas divulgo, como incentivo todos os professores a assinarem esta petição, de forma a forçar-se a discussão desta problemática na Assembleia da República, de onde a decisão de acabar com este modelo de avaliação nunca devia ter saído.
Grande abraço de admiração e de orgulho nestes colegas de Esposende.
Caro colega
Acabamos de colocar online uma petição, dirigida à Assembleia da República, visando a suspensão do actual modelo de ADD e a sua substituição por um modelo justo.
Anexamos uma mensagem que informa acerca dessa petição.
Pedimos a divulgação dessa mensagem no blogue, de modo a chegar ao maior número possível de professores.
Gratos pela atenção dispensada
Cordialmente
Ana Paula Correia, Isilda Lopes, José Ribeiro e Manuela Ferraz
(Escola Secundária c/ 3º ciclo de Henrique Medina, Esposende)
Petição para substituição do actual modelo de avaliação dos professores
Foi colocada online uma petição, visando a suspensão do actual modelo de avaliação e a sua substituição – ainda a tempo de produzir efeitos no presente ciclo avaliativo – por um modelo alternativo, segundo as linhas gerais descritas no texto da petição.
Face ao exposto, solicitamos aos professores que se revêem nesta tomada de posição que se juntem a nós, assinando a petição, a enviar à Assembleia da República. Para a sua apreciação em plenário são suficientes 4 mil assinaturas.
A petição intitula-se “Substituição do actual modelo de Avaliação dos Professores por um modelo justo, credível e que não constitua um entrave para o trabalho com os alunos” e poderá ser subscrita no site Petição Pública (AQUI).
Professores da Escola Secundária c/ 3º ciclo de Henrique Medina, Esposende Os ratos também se escondem
Depois de ter apreciado a postura dos presidentes das Câmaras Municipais de Ribeira de Pena e de Celorico de Basto, a propósito da liderança que empreenderam dos protestos das suas respectivas populações ao encerramento dos Serviços de Atendimento Permanente [SAP], foi com indignação que assisti, hoje, à forma como o presidente da Câmara Municipal de Moncorvo se esquivou a aparecer e a envolver-se nos protestos da população, sobretudo idosa, do seu concelho, também contra o encerramento do SAP local, fechado em clara violação do compromisso (a palavra e os acordos para os governantes socráticos não são para honrar) que o ministério da Saúde havia assumido.
Sendo eu próprio originário do nordeste transmontano, confesso que, ainda mais do que a decisão governamental de fecho dos SAP e de debandada do Estado daquelas terras, revolta-me o silêncio, o desaparecimento, a anuência ou a descida ao esconderijo característicos da forma como os presidentes de Câmara dos concelhos da terra quente transmontana se têm esquivado à defesa dos interesses das populações que os elegeram.
Tendo em conta as especificidades e os enquadramentos etários, patogénicos, culturais, familiares e económicos da maioria das pessoas que vivem nas aldeias e nas vilas do nordeste transmontano, qualquer privação ou dificultação de acesso a cuidados médicos (e outros) de proximidade é um atentado, tanto em relação às percepções de segurança e de conforto/bem-estar dos mais fragilizados, como aos direitos e às necessidades destas pessoas.
Para consumar a fuga para o litoral dos poucos jovens transmontanos e para constranger os doentes a permanentes deslocações nas estradas, com o que isso significa de custos e de desenraizamentos, dispensava-se o investimento megalómano no betão, quando os investimentos na prestação de cuidados ao domicílio e na dinamização de economias e de nichos turísticos locais e preservados deviam constituir as prioridades.
É uma lástima que estes políticos de meia-tigela se sintam mais fidelizados aos partidos e ao governo que os seduz com gadgets de transporte de doentes (ou de que esperam promoções e benesses) do que às pessoas que os elegem e que tinham a obrigação de representar e defender.
Para representantes dos interesses da governação socratina, já são de mais os inúteis dos governadores civis.
Mas, a soberania ainda é das pessoas, pelo que, nas próximas eleições autárquicas, não se esqueçam de correrem com eles.
Sendo eu próprio originário do nordeste transmontano, confesso que, ainda mais do que a decisão governamental de fecho dos SAP e de debandada do Estado daquelas terras, revolta-me o silêncio, o desaparecimento, a anuência ou a descida ao esconderijo característicos da forma como os presidentes de Câmara dos concelhos da terra quente transmontana se têm esquivado à defesa dos interesses das populações que os elegeram.
Tendo em conta as especificidades e os enquadramentos etários, patogénicos, culturais, familiares e económicos da maioria das pessoas que vivem nas aldeias e nas vilas do nordeste transmontano, qualquer privação ou dificultação de acesso a cuidados médicos (e outros) de proximidade é um atentado, tanto em relação às percepções de segurança e de conforto/bem-estar dos mais fragilizados, como aos direitos e às necessidades destas pessoas.
Para consumar a fuga para o litoral dos poucos jovens transmontanos e para constranger os doentes a permanentes deslocações nas estradas, com o que isso significa de custos e de desenraizamentos, dispensava-se o investimento megalómano no betão, quando os investimentos na prestação de cuidados ao domicílio e na dinamização de economias e de nichos turísticos locais e preservados deviam constituir as prioridades.
É uma lástima que estes políticos de meia-tigela se sintam mais fidelizados aos partidos e ao governo que os seduz com gadgets de transporte de doentes (ou de que esperam promoções e benesses) do que às pessoas que os elegem e que tinham a obrigação de representar e defender.
Para representantes dos interesses da governação socratina, já são de mais os inúteis dos governadores civis.
Mas, a soberania ainda é das pessoas, pelo que, nas próximas eleições autárquicas, não se esqueçam de correrem com eles.
Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
No período de um ano, o clima ficou negro
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| Capa de O Primeiro de Janeiro, 23-02-2011 |
É caso para dizer: sejam bem-vindos ou sejam bem regressados ao clube!
Definitivamente, o mandamento de “avaliai-vos uns aos outros”, sem formação subjacente, sem critérios claros de operacionalização, sem garantias de imparcialidade e, sobretudo, focalizado em inobserváveis e em irrelevâncias, encontra-se destituído de qualquer virtualidade que o recomende.
Todavia, o SPN, enquanto estrutura integrada na Fenprof, tem inalienáveis responsabilidades nas situações "negras" que se verificam nas escolas, porque defraudou, em sede negocial, as exigências e as expectativas dos seus associados e dos professores em geral, viabilizando e legitimando esta fantochada, pelo que devia começar por esclarecer as três questões seguintes:
- quando a esmagadora maioria dos professores rejeitou, nas ruas, o modelo de avaliação e no momento em que os partidos da oposição estavam disponíveis para o travar, que motivações e que razões levaram o SPN a aceitá-lo, no âmbito do Acordo de Princípios?
- relativamente à natureza e à operacionalização do modelo, o que mudou desde Janeiro de 2010 até hoje, ou seja, será que não eram expectáveis os efeitos deletérios que se estão a verificar nas escolas, quando tantos professores já os vêm antecipando desde 2008?
- está o SPN disponível para assumir, perante os professores, o compromisso inequívoco de que não voltará a transigir na aceitação deste modelo de avaliação, recusando as revisões que deixam intocada a sua filosofia e os seus processos?
Aguardam-se respostas claras, porque os SPN também têm sérias responsabilidades em alguma desmobilização que ainda se constata em muitas escolas, depois de um acordo traiçoeiro e de uma longa hibernação dos seus delegados sindicais.
Suspendam imediatamente, senão...
Subscrevo, integralmente, esta tomada de posição dos professores da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, de Vila Real.
Além de estarmos perante um texto brilhante e muito bem fundamentado, aprecio, particularmente, o ultimato que é feito ao ministério da Educação e cuja passagem destaco a seguir, uma vez que os professores não podem continuar a envolver-se e a pactuar com o clima de apodrecimento relacional, pedagógico e moral que se vive nas escolas em consequência da aplicação desta farsa de avaliação. Se tivermos em conta o silêncio embaraçado a que o ministério da Educação se tem votado, apenas interrompido para brandir ameaças, aguardam-se as "medidas mais drásticas" destes professores e de muitos milhares de outros a nível nacional.
Tomada de posição - Escola Secundária Camilo Castelo Branco Além de estarmos perante um texto brilhante e muito bem fundamentado, aprecio, particularmente, o ultimato que é feito ao ministério da Educação e cuja passagem destaco a seguir, uma vez que os professores não podem continuar a envolver-se e a pactuar com o clima de apodrecimento relacional, pedagógico e moral que se vive nas escolas em consequência da aplicação desta farsa de avaliação. Se tivermos em conta o silêncio embaraçado a que o ministério da Educação se tem votado, apenas interrompido para brandir ameaças, aguardam-se as "medidas mais drásticas" destes professores e de muitos milhares de outros a nível nacional.
"Face ao exposto, os professores, abaixo assinados, da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Vila Real, exigem a suspensão imediata deste modelo e caso a sua pretensão não seja aceite reservam-se no direito de tomar medidas mais drásticas."
Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011
É isto que verdadeiramente lhes tira o sono
Saúdo a posição de efectiva suspensão da avaliação do desempenho, por não "estarem reunidas as condições" (de rigor, seriedade e justiça), tomada pela maioria dos professores da Escola Secundária José Gomes Ferreira.
Pelo que tenho conhecimento, são já duas escolas secundárias (a de Barcelos), o departamento curricular de Ciências Sociais e Humanas da Escola Secundária com 3º Ciclo de Amora e eu próprio e o meu amigo e colega e José Aníbal, enquanto relatores da Escola Secundária de S. Pedro.
Como recorrentemente tenho defendido, as posições que se limitam a formular pedidos de suspensão não devem constituir um fim em si mesmas, mas funcionar como factores de mobilização para posições posteriores de suspensão efectiva, por falta de condições e de resposta aos esclarecimentos solicitados, como única forma de se pôr cobro aos processos avaliativos arbitrários e, quantas vezes, insanes (atente-se neste exemplo para se ter uma ideia da mesquinhez e do desvario mental a que este tipo de avaliação por pares pode conduzir) que vão degradando e desqualificando as escolas.
São estas posições, ditadas pela consciência profissional e pelo sentido de rigor e seriedade que, acredito, ainda estrutura a actuação da maioria dos professores deste país, que perturbam o ministério da Educação e que lhe despoletam a linguagem irracional da ameaça.
Parece-me, por conseguinte, ser este o caminho para travar este modelo de avaliação do desempenho e não, propriamente, as tomadas de posição inócuas patrocinadas pela Fenprof, ainda por cima com mais exigências de "revisão" ou recauchutagem do modelo, para que o essencial fique na mesma. Não se trata de rever este modelo, mas sim de acabar com ele urgentemente.
Escola Secundária José Gomes Ferreira Pelo que tenho conhecimento, são já duas escolas secundárias (a de Barcelos), o departamento curricular de Ciências Sociais e Humanas da Escola Secundária com 3º Ciclo de Amora e eu próprio e o meu amigo e colega e José Aníbal, enquanto relatores da Escola Secundária de S. Pedro.
Como recorrentemente tenho defendido, as posições que se limitam a formular pedidos de suspensão não devem constituir um fim em si mesmas, mas funcionar como factores de mobilização para posições posteriores de suspensão efectiva, por falta de condições e de resposta aos esclarecimentos solicitados, como única forma de se pôr cobro aos processos avaliativos arbitrários e, quantas vezes, insanes (atente-se neste exemplo para se ter uma ideia da mesquinhez e do desvario mental a que este tipo de avaliação por pares pode conduzir) que vão degradando e desqualificando as escolas.
São estas posições, ditadas pela consciência profissional e pelo sentido de rigor e seriedade que, acredito, ainda estrutura a actuação da maioria dos professores deste país, que perturbam o ministério da Educação e que lhe despoletam a linguagem irracional da ameaça.
Parece-me, por conseguinte, ser este o caminho para travar este modelo de avaliação do desempenho e não, propriamente, as tomadas de posição inócuas patrocinadas pela Fenprof, ainda por cima com mais exigências de "revisão" ou recauchutagem do modelo, para que o essencial fique na mesma. Não se trata de rever este modelo, mas sim de acabar com ele urgentemente.
Temos artista
Nunca duvidei das qualidades artísticas do João A. Rebelo, amigo e colega da Escola Dr. João Araújo Correia e que me acompanhou no núcleo de estratégia do PROmova, tendo, inclusive, divulgado, neste blogue, alguns dos seus trabalhos.
É, pois, com muita satisfação que me deixo contagiar pelo seu orgulho e que aqui lhe deixo um abraço de enorme congratulação.
Caros AmigosÉ com muita satisfação que vos estou a convidar para visitarem o sítio www.artforprogress.org. De facto tendo concorrido à algum tempo atrás soube este fim de semana que tinha sido um dos 110 pintores de todo o mundo selecionado, sendo aliàs o único português. É com orgulho, portanto, que vos convido a verem alguns dos meus trabalhos e a divulgarem este evento.
Abraços
João A.
Direitinho para o vomitório
Ou como os homens da luta, agora directores, acabam vergonhosamente vergados à propaganda socrática, acabam gratos ao exacto Sócrates que os afrontou/achincalhou e varrem, tão subservientes e engomadinhos, para trás da fachada de um centro escolar amanhado à pressa para mais uma sessão impressionista, a farsa e a ignomínia desta avaliação do desempenho, que, em tempos, tanto os indignou.
Um exemplo paradigmático de como a circunstância, bastas vezes, se sobrepõe ao homem.
Direitinho para o vomitório!...
Um exemplo paradigmático de como a circunstância, bastas vezes, se sobrepõe ao homem.
Direitinho para o vomitório!...
Domingo, 20 de Fevereiro de 2011
As tácticas do Senhor Reitor estariam condenadas a fracassar
O Reitor, do blogue Educação S.A., propõem dez tácticas de acção docente para estoirar com o modelo de avaliação do desempenho, sem provocar grande estardalhaço público, isto é, sem manifestações, moções, escusas, requerimentos e outras formas de resistência activa, deixando os rituais folclóricos da contestação aos sindicatos, mau grado estes estarem enterrados no lamaçal da avaliação do desempenho até "por cima dos cabelos" (neste particular, tenha que concordar que os grandes responsáveis pelas perturbações que se vivem nas escolas têm rosto e têm nome, mormente o trio Alçada, Nogueira e Dias da Silva).
Não vou escalpelizar cada uma das tácticas, até porque entroncam todas numa mesma estratégia de resistência passiva e falsamente colaborativa que se traduziria em simplificar ao máximos os procedimentos e atribuir, de forma generalizada, as classificações mais elevadas.
Assim, de improviso e como contributo para o debate, ocorrem-me as seguintes sete objecções:
- no limite, para que esta estratégia resultasse, tornava-se condição necessária, ainda que não suficiente, que todos os relatores, a maioria dos membros das CCAD e os avaliados estivessem concordantes e coordenados na concretização das tácticas, o que, salvo meia-dúzia de escolas, dificilmente aconteceria;
- mesmo que todos os intervenientes estivessem articulados, a estratégia estaria, nesta fase do processo, condenada ao fracasso pela circunstância de muitos professores, menos oportunistas, não terem solicitado aulas assistidas no acesso ao 7º escalão, os quais veriam as quotas ocupadas pelos "celentes" e "munta bons" que resultariam desta estratégia, relativamente aos que pediram a observação de aulas;
- a estratégia sai também arruinada se a maioria dos coordenadores que integram as CCAD (não esqueçamos a sua nomeação pelos directores e consequente cumplicidade com os mesmos) a não aceitarem ou boicotarem, o que acarretaria, porventura, uma injustiça maior, ou seja, a molhada de classificações mais elevadas seria desempatada e reagrupada na base de trivialidades e de aspectos irrelevantes;
- duvido que muitos professores, tendo em conta a sua ética profissional, se permitissem responder à falta de seriedade do modelo e dos processos de avaliação com uma estratégia que, quer queiramos, quer não, se traduziria em atitudes e em procedimentos de faz-de-conta e de juntar à natural fantochada ainda mais fandango;
- tendo em conta o limite previsivelmente antecipado desta legislatura, corria-se o risco de esta estratégia poupar Sócrates a qualquer mossa política, quando é por demais evidente que são as estratégias de rua e de suspensão efectiva que incomodam verdadeiramente Sócrates e este governo (atente-se na pronta ameaça medrosa que o ministério da Educação dirigiu aos directores);
- ainda na sequência da anterior objecção, convém não negligenciar a obsessão socrática pela exploração propagandística da domesticação docente, pelo que qualquer silenciamento da contestação autorizaria, de imediato, Sócrates a vangloriar-se de ter vergado os professores, impondo-lhes o seu "desígnio nacional" da avaliação (Sócrates está-se verdadeiramente nas tintas para a forma como os processos e as consequências estão a acontecer nas escolas, pois, o que conta é que pareça que esta avaliação está a ser implementada);
- deixei, propositadamente, para o fim, a objecção mais substantiva e mais grave, a qual se prende com o prejuízo que uma estratégia deste tipo acarretaria para as aprendizagens dos alunos, dado que, por maior simplificação que pudesse existir de fichas e de procedimentos, a circunstância de se incentivar a participação do maior número a pedir observação de aulas, acabaria, necessariamente, por roubar o tempo e a disposição imprescindíveis à preparação das aulas, ao acompanhamento e à avaliação dos alunos, o que, para muitos professores, seria absolutamente insuportável.
Aliás, sobre esta última objecção, nem sequer me atrevo a pensar que o Reitor, de tão convicto defensor da escola privada, quisesse, com a sua táctica, dar um contributo para a degradação progressiva da escola pública, por força da aplicação deste modelo de avaliação aberrante. Penso que o Reitor concordará comigo que a escola pública deve concorrer com a escola privada, na base de um ensino de qualidade e de exigência, que não condene à imobilidade social os mais desfavorecidos da sociedade, o que é incompatível com a ocupação dos professores numa farsa.
Não vou escalpelizar cada uma das tácticas, até porque entroncam todas numa mesma estratégia de resistência passiva e falsamente colaborativa que se traduziria em simplificar ao máximos os procedimentos e atribuir, de forma generalizada, as classificações mais elevadas.
Assim, de improviso e como contributo para o debate, ocorrem-me as seguintes sete objecções:
- no limite, para que esta estratégia resultasse, tornava-se condição necessária, ainda que não suficiente, que todos os relatores, a maioria dos membros das CCAD e os avaliados estivessem concordantes e coordenados na concretização das tácticas, o que, salvo meia-dúzia de escolas, dificilmente aconteceria;
- mesmo que todos os intervenientes estivessem articulados, a estratégia estaria, nesta fase do processo, condenada ao fracasso pela circunstância de muitos professores, menos oportunistas, não terem solicitado aulas assistidas no acesso ao 7º escalão, os quais veriam as quotas ocupadas pelos "celentes" e "munta bons" que resultariam desta estratégia, relativamente aos que pediram a observação de aulas;
- a estratégia sai também arruinada se a maioria dos coordenadores que integram as CCAD (não esqueçamos a sua nomeação pelos directores e consequente cumplicidade com os mesmos) a não aceitarem ou boicotarem, o que acarretaria, porventura, uma injustiça maior, ou seja, a molhada de classificações mais elevadas seria desempatada e reagrupada na base de trivialidades e de aspectos irrelevantes;
- duvido que muitos professores, tendo em conta a sua ética profissional, se permitissem responder à falta de seriedade do modelo e dos processos de avaliação com uma estratégia que, quer queiramos, quer não, se traduziria em atitudes e em procedimentos de faz-de-conta e de juntar à natural fantochada ainda mais fandango;
- tendo em conta o limite previsivelmente antecipado desta legislatura, corria-se o risco de esta estratégia poupar Sócrates a qualquer mossa política, quando é por demais evidente que são as estratégias de rua e de suspensão efectiva que incomodam verdadeiramente Sócrates e este governo (atente-se na pronta ameaça medrosa que o ministério da Educação dirigiu aos directores);
- ainda na sequência da anterior objecção, convém não negligenciar a obsessão socrática pela exploração propagandística da domesticação docente, pelo que qualquer silenciamento da contestação autorizaria, de imediato, Sócrates a vangloriar-se de ter vergado os professores, impondo-lhes o seu "desígnio nacional" da avaliação (Sócrates está-se verdadeiramente nas tintas para a forma como os processos e as consequências estão a acontecer nas escolas, pois, o que conta é que pareça que esta avaliação está a ser implementada);
- deixei, propositadamente, para o fim, a objecção mais substantiva e mais grave, a qual se prende com o prejuízo que uma estratégia deste tipo acarretaria para as aprendizagens dos alunos, dado que, por maior simplificação que pudesse existir de fichas e de procedimentos, a circunstância de se incentivar a participação do maior número a pedir observação de aulas, acabaria, necessariamente, por roubar o tempo e a disposição imprescindíveis à preparação das aulas, ao acompanhamento e à avaliação dos alunos, o que, para muitos professores, seria absolutamente insuportável.
Aliás, sobre esta última objecção, nem sequer me atrevo a pensar que o Reitor, de tão convicto defensor da escola privada, quisesse, com a sua táctica, dar um contributo para a degradação progressiva da escola pública, por força da aplicação deste modelo de avaliação aberrante. Penso que o Reitor concordará comigo que a escola pública deve concorrer com a escola privada, na base de um ensino de qualidade e de exigência, que não condene à imobilidade social os mais desfavorecidos da sociedade, o que é incompatível com a ocupação dos professores numa farsa.
Sábado, 19 de Fevereiro de 2011
Não te Metas em aventuras
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| Fonte: Jornal I |
Os resultados dos alunos sobem-se com trabalho, com investimento na formação pedagógica e científica dos professores, com motivação, tempo e cooperação na preparação de aulas, com disponibilidade de horário para um acompanhamento dos alunos e uma avaliação sistemática das suas aprendizagens, com disponibilização de espaços, tempos e recursos (livros e multimédia) que fomentem a leitura e a pesquisa, sem ditames de propaganda ou aproveitamentos socratinos.
Além do mais, ao enveredar-se por este tipo de espartilhos fictícios tende a incorrer-se em realizações proféticas, no sentido de martelar à força os resultados para os adequar às metas.
Em 2015, já o país se viu livre de Sócrates, Isabel Alçada e afins, pelo que os directores nem sequer necessitam de se preocupar, porque estes (nefastos) protagonistas políticos já andarão enredados em outras aventuras, desejavelmente bem longe da escola pública e impedidos de cobrarem estas promessas.
Senhores directores, descontraiam-se, porque não será com esses incumprimentos que serão demitidos.
Quem tem ADD, tem medo
Confrontado com um novo levantamento dos professores (infelizmente, há alguns que convivem bem com a farsa, a inoperacionalização séria da avaliação e a suspeita), que já não suportam mais a complexidade insana do modelo de ADD, a total ausência de formação dos relatores, a falta de transparência e o risco de favorecimento arbitrário ou a competição doentia por impressionismos que em nada favorecem a aprendizagem dos alunos, eis que o ministério da Educação, incompetente, tanto para justificar as debilidades estruturais e situacionais do modelo de avaliação, como para clarificar as dúvidas e as questões colocadas pelas escolas e pelos professores, refugia-se na ameaça aos seus braços políticos, constrangendo os directores ao odioso da imposição de uma avaliação que é técnica, pedagógica e humanamente violentadora da consciência profissional dos professores.
A situação é clássica e, absolutamente, previsível: quando não se possuem razões válidas para esclarecer e contraditar, recorre-se ao argumento do porrete (falácia ad baculum).
A linguagem da ameaça é o recurso dos fracos e a história mostra que é sempre a opção que antecede o princípio do fim, apesar de haver ainda quem vacile ao primeiro sopro de intimidação. Ainda pagava para ver o ministério da Educação a demitir centenas de directores, lançando um caos gestionário nas escolas.
Mas, para ser sincero, também já estou desgastado com a indefinição do PSD relativamente a um compromisso público, a uma só voz e consequente, com o fim ou, então, a continuidade desta avaliação do desempenho. O que não é mais possível é a perpetuação de sinais e de actuações contraditórias, reconhecendo, meio às escondidas, a atitude e as ideias dos que se opõem a estas medidas (e até indo mais longe...), para depois, no Parlamento e na impreparação de alguns porta-vozes, parecer comungar com o governo.
A situação é clássica e, absolutamente, previsível: quando não se possuem razões válidas para esclarecer e contraditar, recorre-se ao argumento do porrete (falácia ad baculum).
A linguagem da ameaça é o recurso dos fracos e a história mostra que é sempre a opção que antecede o princípio do fim, apesar de haver ainda quem vacile ao primeiro sopro de intimidação. Ainda pagava para ver o ministério da Educação a demitir centenas de directores, lançando um caos gestionário nas escolas.
Mas, para ser sincero, também já estou desgastado com a indefinição do PSD relativamente a um compromisso público, a uma só voz e consequente, com o fim ou, então, a continuidade desta avaliação do desempenho. O que não é mais possível é a perpetuação de sinais e de actuações contraditórias, reconhecendo, meio às escondidas, a atitude e as ideias dos que se opõem a estas medidas (e até indo mais longe...), para depois, no Parlamento e na impreparação de alguns porta-vozes, parecer comungar com o governo.
Este "manjerico" é o maior!
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| Fonte: TVI24 |
Também, quem sabe que pode contar com a inépcia e o elitismo do sistema de justiça, desde a Fundação para a Prevenção e Segurança, ao caso PT/TVI e à Face Oculta, com a, de si, demissionária ética na política, com uma oposição inconsequente, com uma opinião pública e publicada anestesiada e recorrentemente "sodomizada", com um Mota Amaral frouxo e medroso ou com um Pacheco Pereira que se fica pelas bazófias, vai cimentando a convicção que tudo pode fazer, sem que daí advenham consequências de maior.
É também por isto, que eu não acredito nos movimentos hipócritas e anárquicos de protesto, de gerações "parvas" ou "à rasca", que lançam anátemas generalizados mas que depois são incapazes de identificar e denunciar os nomes dos chico-espertos que escandalosamente se aproveitam da "parvoíce" política de tantas gerações.
Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011
Para se acabar de vez com esta fantochada
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| In A Voz de Trás-os-Montes, 17-02-2011 |
Como já referi em posts anteriores, apenas se me afigura penoso pensar no tempo desperdiçado, no trabalho infrutífero, nas perturbações e nos conflitos escusados, em que escolas e professores se consumiram para que muitos se pudessem voltar a consciencializar da aberração que aceitaram ou toleraram, em nome de um frete dos sindicatos ao ministério da Educação e ao governo.
Todavia, por uma questão de convicção e de coerência, estarei nas manifestações que tenham como principal motivação e reivindicação a suspensão e a consequente erradicação deste modelo de avaliação do desempenho.
Na sequência das afirmações produzidas, na peça jornalística, pelo representante sindical da FNE, confesso que me arrepia admitir que os professores estejam, mais uma vez, a ser utilizados como cobaias para se "testar" um modelo que já toda a gente percebeu (excepto o ministério da Educação, certos directores e muitos sindicalistas) que não é susceptível de poder ser operacionalizado em condições de rigor, de seriedade e de justiça, sobretudo, quando estão em causa, quer a carreira dos professores, quer o prejuízo para as aprendizagens dos alunos.
Talvez os próprios dirigentes e representantes sindicais pudessem ter constituído uma excelente coorte para a testagem do modelo, pois daí não adviria nenhuma perturbação para as escolas.
Mas, independentemente destes desabafos e "alfinetes" que não podem ser reprimidos, até pelo destratamento a que os resistentes a este modelo de avaliação foram sujeitos, o mais relevante é que todos os professores e os seus representantes possam, agora, convergir na acção para acabarem definitivamente, sem recauchutagens ou paninhos quentes, com o modelo e os desacreditados processos avaliativos que desesperam e indignam os professores, nas escolas.
Até porque ninguém poda ou apara uma erva daninha.
Uma importante tomada de posição contra a ADD
Os colegas da Escola Secundária c/3º ciclo de Henrique Medina, Esposende, além de tomarem posição contra a farsa, que é a actual avaliação de desempenho, propõem as bases para uma nova concepção de avaliação do desempenho, o que constitui um esforço meritório.
Todavia, antes da discussão de novos modelos, vamos procurar concentrar-nos, sem remendos ou enxertos, na erradicação do modelo de Maria de Lurdes e de Sócrates, do qual, na prática, apenas tem emergido perturbação, conflitualidade, sobreocupação inútil, cambalachos e injustiças.
Todavia, antes da discussão de novos modelos, vamos procurar concentrar-nos, sem remendos ou enxertos, na erradicação do modelo de Maria de Lurdes e de Sócrates, do qual, na prática, apenas tem emergido perturbação, conflitualidade, sobreocupação inútil, cambalachos e injustiças.
Caro colega
Junto se envia o texto da tomada de posição dos professores da Escola Secundária c/ 3º ciclo de Henrique Medina, Esposende, debatida e aprovada na reunião realizada no final da tarde do dia 17 de Fevereiro de 2011, quinta-feira.Permitimo-nos chamar a atenção para a circunstância desse texto incluir, não apenas as (já sobejamente conhecidas) condicionantes que inviabilizam este modelo, mas também as linhas gerais de uma proposta de modelo alternativo e, a terminar, um balanço estatístico que inequivocamente demonstra a inutilidade e o desperdício dos modelos até aqui testados.
Ana Paula Correia, Isilda Lopes, José Ribeiro, Manuela Ferraz
Professores acometidos de doença dos nervos
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| In A Voz de Trás-os-Montes, 17-02-2011 |
No imediato, resta-me lamentar que se tenha perdido mais um ano para se redescobrir o óbvio (que o modelo é "injusto, incongruente e burocrático" - algo que eu próprio e o Mário Carneiro temos denunciado à saciedade) e que o resultado final do silêncio e da debandada de muitos, após a "Traição de Princípios" de 8 de Janeiro de 2010, seja um ataque de nervos e um envolvimento dos professores, nas escolas, em processos avaliativos destituídos de rigor e de seriedade.
Depois de três anos de farsa, muitos convenceram-se que, num golpe de mágica sindical, seria possível adquirir bilhete para ópera. É farsa da mais rasca, meus amigos!
Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011
Então, isto não anda tudo ligado?
Fiquei surpreendido quando assisti, hoje, a um spot televisivo de promoção do programa da TVI24, "Sala de Imprensa", onde, para se fazer sobressair a livre expressão que caracteriza o programa (que até vejo com alguma frequência) se referenciam casos internacionais de privação de liberdade, de censura e de silenciamento de vozes incómodas, como os activistas cubano e chinês, respectivamente, Guillermo Fariñas e Liu Xiaobo ou, ainda, o perseguido Salman Rushdie.
Não discuto a dimensão dos exemplares destacados e o quão impressivas e inaceitáveis são as suas condições, mas estranho que para o efeito visado e tendo a TVI o exemplo caseiro do silenciamento da jornalista Manuela Moura Guedes, não a tenham incluído como caso paradigmático de afastamento de uma figura incómoda para Sócrates.
E uma vez que isto anda tudo ligado, pergunto-me o que terá acontecido às prometidas e bombásticas revelações outonais de Pacheco Pereira a propósito do envolvimento de Sócrates no caso PT/TVI.
Talvez se tenha tratado apenas de mais um caso típico do blá-blá-blá nacional, muito dado a grandiloquentes retóricas de circunstância e a fogos de palha , mas que se inibem, distraem, esquecem ou escondem quando se trata de agir.
E como, mais uma vez, isto anda tudo ligado, é difícil não identificar neste blá-blá-blá nacional, quer os diagnósticos catastrofistas e as ameaças dos partidos da oposição em relação ao governo, mas que nos momentos decisivos, porque abortam as suas criaturas ou por isto ou por aquilo, se encolhem, quer tantos professores que discordam de uma avaliação faz de conta, mas quando se trata de (re)agir, está quieto... porque, hoje, até "joga o Benfica!...".
Não discuto a dimensão dos exemplares destacados e o quão impressivas e inaceitáveis são as suas condições, mas estranho que para o efeito visado e tendo a TVI o exemplo caseiro do silenciamento da jornalista Manuela Moura Guedes, não a tenham incluído como caso paradigmático de afastamento de uma figura incómoda para Sócrates.
E uma vez que isto anda tudo ligado, pergunto-me o que terá acontecido às prometidas e bombásticas revelações outonais de Pacheco Pereira a propósito do envolvimento de Sócrates no caso PT/TVI.
Talvez se tenha tratado apenas de mais um caso típico do blá-blá-blá nacional, muito dado a grandiloquentes retóricas de circunstância e a fogos de palha , mas que se inibem, distraem, esquecem ou escondem quando se trata de agir.
E como, mais uma vez, isto anda tudo ligado, é difícil não identificar neste blá-blá-blá nacional, quer os diagnósticos catastrofistas e as ameaças dos partidos da oposição em relação ao governo, mas que nos momentos decisivos, porque abortam as suas criaturas ou por isto ou por aquilo, se encolhem, quer tantos professores que discordam de uma avaliação faz de conta, mas quando se trata de (re)agir, está quieto... porque, hoje, até "joga o Benfica!...".
Dar tempo ao tempo
A crer em notícia recente, o desemprego da Nação continua a aumentar, tendo atingido, em finais de 2010, os 11,1 %, um novo recorde!!! É caso para dizer que ainda está para nascer um (des)governo capaz de suplantar tão honrosos números...
E novamente o (des)governo foi apanhado de surpresa! Sim, que a surpresa não é propriamente inédita, muito menos novidade! Qualquer dia ainda vêm com explicação “à Granadeiro”, dizendo-se que foram os últimos a saber, não? Voltando aos números, nunca é demais recordar que “a previsão do Governo português, inscrita no Orçamento de Estado para 2010, aponta(va) para uma taxa média de desemprego de 9,8%” ao longo desse ano”!!! Como já aqui se demonstrou, motivos de orgulho e para festejar não faltam...
Se pensarmos, no entanto, na evolução do pensamento de quem verdadeiramente sabe da coisa e é um exemplo no que à previsão diz respeito, nem tudo é mau e bem se poderá aqui também arriscar uma frase para a posteridade: Os números hão-de subir e um dia hão-de certamente descer! É só uma questão de tempo...
Manuel Salgueiro
E novamente o (des)governo foi apanhado de surpresa! Sim, que a surpresa não é propriamente inédita, muito menos novidade! Qualquer dia ainda vêm com explicação “à Granadeiro”, dizendo-se que foram os últimos a saber, não? Voltando aos números, nunca é demais recordar que “a previsão do Governo português, inscrita no Orçamento de Estado para 2010, aponta(va) para uma taxa média de desemprego de 9,8%” ao longo desse ano”!!! Como já aqui se demonstrou, motivos de orgulho e para festejar não faltam...
Se pensarmos, no entanto, na evolução do pensamento de quem verdadeiramente sabe da coisa e é um exemplo no que à previsão diz respeito, nem tudo é mau e bem se poderá aqui também arriscar uma frase para a posteridade: Os números hão-de subir e um dia hão-de certamente descer! É só uma questão de tempo...
Manuel Salgueiro
Genialidade ou singularidade narcísica de um Director?
Perante as "ordens de serviço" que, pela invulgaridade da redacção, divulgo em baixo, hesito na qualificação das mesmas e, sobretudo, oscilo na antecipação das reacções que as mesmas me desencadeariam, se fosse docente do agrupamento em causa, como que entre a fruição do gozo, a emoção da caçoada ou, então, um respeitoso curvar perante o génio de quem prosa de forma tão pouco prosaica, mesmo que o estilo, as densidades adjectivas e as invocações mundanas possam parecer deslocadas do meio e do fim da mensagem.
Confesso que aprecio imenso a adjectivação (que considero o sal da escrita e o colorido da mente) em detrimento do discurso adverbial, pois, ainda me recordo como, aquando da minha passagem de um ano lectivo pela Escola Secundária de Amora, o escritor Fernando Grade, que por lá fazia aparições esporádicas a divulgar os seus livros, se referia aos advérbios como, e cito, "os filhos da puta da escrita" que, além da sonoridade retórica, são a corporização da futilidade. Mas, convenhamos que, nos casos vertentes, o Director em causa se tenha excedido, quiçá procurando achinelar as comunicações oficiais, espessamente metafísicas, desse grande vulto das "letras da direcção" que dá pelo nome de Margarida Moreira.
Uma coisa é certa: qualquer plano de orientação vocacional aplicado a este "jovem" não apontaria, decerto, para o exercício de cargos de direcção. Está a perder-se uma vocação literária, sequestrada e acorrentada à faina agreste da produção de ordens de serviço e despachos.
Dito isto, e uma vez confrontado com a genialidade literária deste director, emudeço e dou-lhe a palavra toda e ainda mais alguma:
Ordem serviço nº 86a Confesso que aprecio imenso a adjectivação (que considero o sal da escrita e o colorido da mente) em detrimento do discurso adverbial, pois, ainda me recordo como, aquando da minha passagem de um ano lectivo pela Escola Secundária de Amora, o escritor Fernando Grade, que por lá fazia aparições esporádicas a divulgar os seus livros, se referia aos advérbios como, e cito, "os filhos da puta da escrita" que, além da sonoridade retórica, são a corporização da futilidade. Mas, convenhamos que, nos casos vertentes, o Director em causa se tenha excedido, quiçá procurando achinelar as comunicações oficiais, espessamente metafísicas, desse grande vulto das "letras da direcção" que dá pelo nome de Margarida Moreira.
Uma coisa é certa: qualquer plano de orientação vocacional aplicado a este "jovem" não apontaria, decerto, para o exercício de cargos de direcção. Está a perder-se uma vocação literária, sequestrada e acorrentada à faina agreste da produção de ordens de serviço e despachos.
Dito isto, e uma vez confrontado com a genialidade literária deste director, emudeço e dou-lhe a palavra toda e ainda mais alguma:
Ordem serviço 86b
Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011
Aguardo esclarecimentos
Confrontado com o indeferimento liminar do meu pedido de escusa e enquanto aguardo informações que me permitam instruir um recurso hierárquico, requeri à CCAD da minha escola, adaptando o documento superiormente elaborado pelo Departamento Curricular de Ciências Sociais e Humanas da Escola Secundária com 3º Ciclo de Amora (onde tive o prazer de leccionar no ano lectivo de 1989-90), um conjunto de esclarecimentos sobre problemas que emanam da implementação do modelo de avaliação, tendo em conta que o não esclarecimento dos mesmos impede objectivamente a prossecução dos trabalhos relativos ao processo avaliativo, em condições de credibilidade, seriedade e justiça.
Espero que muitos outros relatores, e demais professores, possam tomar idênticas posições.
Requerimento ADD (versão CCAD)
Requerimento ADD (versão CCAD)
Tragicomédia em três actos
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| In Público, 16-02-2011 (clicar na imagem para aumentar) Obrigado, Zé! |
Não me vou alongar em comentários, porque o relevante mesmo, no actual momento em que o modelo de avaliação de desempenho pode e deve funcionar como o rastilho que despoletará o terceiro e definitivo levantamento nacional dos professores, é conferir destaque aos assentos que vão proporcionando substância a uma mais que certa declaração de óbito da avaliação do desempenho em cena, como acontece com esta parte da crónica de Santana Castilho:
"O modelo de avaliação do desempenho dos professores é tecnicamente uma nulidade e politicamente um desastre. Introduziu nas escolas tarefas burocráticas e administrativas que representam, estimo, 40% do tempo activo dos docentes. Só o cumprimento da observação de aulas significa o sacrifício de um grande número de horários completos dos professores eventualmente mais qualificados. A sua lógica substituiu o clima cooperativo, que deve nortear o corpo docente de uma escola, por um espírito de competição malsã. A versão actual supõe (despacho nº 16034/2010 da Ministra da Educação, D.R. nº 206, II Série, de 22 de Outubro) 4 dimensões de actuação dos docentes, desdobradas em 11 domínios operacionais. Estes 11 domínios desagregam-se, por sua vez, em 39 indicadores, referidos a 5 níveis, cada um deles com múltiplos descritores, num total, pasme-se, de 72. Nenhuma inteligência sã suporta a permanência de tamanho monstro. Mas vai para três anos que toda uma comunidade docente é manipulada atrás da tela. E o que é duro de assumir é que tamanha tragédia só permanece em cena porque grande número de actores reescreve sadicamente nas escolas os guiões oficiais, numa psicótica fusão entre abusadores e abusados, entre personagens e actores, entre professores e burocratas."
Lista de escolas resistentes e caminhos a seguir
Na sequência de um email recebido do colega Carlos Marinho Rocha, a quem agradeço a deferência, divulgo a lista de escolas e órgãos de escolas que resistem à implementação ou à aceitação do aberrante mostrengo. que é o modelo de avaliação, concebido por governantes do mais incompetente que o regime democrático já pariu entre nós.
A lista foi compilada pelo colega Carlos Marinho Rocha, a partir de recolhas dispersas em páginas de sindicatos e blogues.
Relativamente à agenda proposta pelo colega, no seu email, subscrevo-a em absoluto e considero que faltará acrescentar a questão da democraticidade da gestão escolar, embora esteja convicto que a defesa e concretização dessas reivindicações exige a criação de um genuíno e abrangente movimento nacional de professores.
Relativamente à ADD e apesar da importância deste passo inicial (aquilo a que já designei como estratégia do "pé na porta"), torna-se, a partir de agora, imprescindível que se multipliquem os casos de suspensão efectiva, como já ocorreu na Escola Secundária de Barcelos, no Departamento Curricular de Ciências Sociais e Humanas da Escola Secundária com 3º ciclo de Amora e como, pelo menos eu próprio, farei mais logo, na minha escola, em reunião de relatores.
A lista foi compilada pelo colega Carlos Marinho Rocha, a partir de recolhas dispersas em páginas de sindicatos e blogues.
Relativamente à agenda proposta pelo colega, no seu email, subscrevo-a em absoluto e considero que faltará acrescentar a questão da democraticidade da gestão escolar, embora esteja convicto que a defesa e concretização dessas reivindicações exige a criação de um genuíno e abrangente movimento nacional de professores.
Relativamente à ADD e apesar da importância deste passo inicial (aquilo a que já designei como estratégia do "pé na porta"), torna-se, a partir de agora, imprescindível que se multipliquem os casos de suspensão efectiva, como já ocorreu na Escola Secundária de Barcelos, no Departamento Curricular de Ciências Sociais e Humanas da Escola Secundária com 3º ciclo de Amora e como, pelo menos eu próprio, farei mais logo, na minha escola, em reunião de relatores.
Já são 46 Escolas e Agrupamentos …
(entre a contabilidade dos Blogues e a da Fenprof)
As últimas:
Departamento C. S. H. da Escola Secundária de Amora - Suspensão (acrescentada por mim, a partir do blogue O estado da educação e do resto)
Conselho Pedagógico do Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da Silva, Rio Maior, (ADD)
Escola Secundária Filipa De Vilhena, Porto – Tomada de Posição dos Relatores (ADD)
Agrupamento de Escolas de Alpendorada, Alpendorada – Tomada de posição dos relatores (ADD)
… as outras:
Agrupamento de Escolas de São Silvestre, Coimbra (ADD)
Escola Secundária Infanta D. Maria - Coimbra - Tomada de Posição (ADD)
Secundária Augusto Gomes, Matosinhos (ADD)
Agrupamento Vertical Clara de Resende, Porto, 2 Tomadas de Posição, ADD e Reorganização Curricular
Escola secundária Maria Amália Vaz de Carvalho, Lisboa, Posição dos professores sobre a actual situação da escola, as propostas de alteração organizacional e curricular do sistema educativo e a avaliação do desempenho docente
Esc. Secundária de Camões, Lisboa, (avaliação de desempenho ADD)
EB1 Bairro da Ponte - Agrupamento de Santo Onofre - Caldas da Rainha, Tomada de Posição - Reunião de Conselho de Docentes
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Poiares - Tomada de Posição - Conselho Pedagógico
Escola Secundária com 3º Ciclo Quinta das Palmeiras - Tomada de Posição
Escola Secundária com 3º Ciclo Nuno Álvares - Tomada de Posição
Escola Secundária Frei Heitor Pinto - Tomada de Posição
Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã - Tomada de Posição - Departamento de Línguas
Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã - Reunião de disciplina de Língua Portuguesa
Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã - Tomada de Posição - Departamento de Ciências Sociais
Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã - Tomada de Posição - Departamento do 1º Ciclo do Ensino Básico
Agrupamento de Escolas do Teixoso - Tomada de Posição
Agrupamento de Escolas de João Franco do Fundão - Tomada de Posição
Agrupamento Escolas do Atlântico, Conselho Geral, Viana do Castelo, (ADD)
Agrupamento de Escolas de Freiria - Reunião de CEF – Electricidade
Agrupamento de Escolas de Freiria - Reunião de CEF – Informáticos
Agrupamento de Escolas de Freiria - Professores do 1.º CEB - Informação adicional à posição aprovada
Escola Básica 2.3 de Freiria - Informação adicional à posição aprovada
Agrupamento de Escolas de Freiria - Departamento Curricular de Educação Pré-Escolar - Informação adicional à posição aprovada
Agrupamento de Escolas Dr. Augusto Louro, Seixal (EVT)
EB1 de Serrado, Agrupamento de Buarcos - Informação adicional à posição tomada
EBI de Montenegro - Faro - Grupo disciplinar de História
EBI/JI de Montenegro – Faro - Educação Física
Escola de Framil - Posição aprovada em reunião de Departamento Curricular
Agrupamento de Escolas de Salir - Informação adicional à posição tomada
Escola Secundária Dr. António Granjo - Informação adicional à posição aprovada
Escola Secundária Com 3º CEB De Ferreira Dias, Cacém, Posição do CCAD
Escola Secundária de Amares - Posição aprovada em Departamento Curricular de Educação Física
Escola Secundária de Amares - Informação adicional ao texto aprovado
Agrupamento de Escolas D. Pedro I, Gaia: Conselho Pedagógico (ADD)
Escola de Canelas - Vila Nova de Gaia - Posição aprovada em reunião sindical
EB 2, 3 de Cabreiros - Barcelos - Posição aprovada em Departamento Curricular
Escola Secundária de Barcelos, Barcelos (ADD)
Agrupamento de Escolas D. José I - Vila Real de S.to António - Informação adicional ao texto aprovado
Agrupamento de Escolas de Castro Daire - Informação adicional ao texto aprovado
Agrupamento de Escolas de Mogadouro - Posição aprovada em Departamento Curricular
Agrupamento de Escolas de Soure 3/S Martinho Árias - Informação adicional ao texto aprovado
Agrupamento de Escolas nº1 de Portalegre - Informação adicional ao texto aprovado
Escola D. Manuel I - Pernes - Posição aprovada 10 (dez) reuniões de Departamentos Curriculares
Agrupamento de Escolas de Esgueira - Informação adicional à posição aprovada
Agrupamento de Escolas de Gondifelos, V.N. de Famalicão, Posição Professores do Departamento do Primeiro Ciclo
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Foz Côa - Reunião Sindical
EB 23 da Maia - Declaração de Protesto dos Relatores
Escola Secundária Padre Benjamim Salgado - Posição de Departamento Curricular
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