Acabadinho de sair de uma reunião, tomei conhecimento do cancelamento do debate a que me referi no post anterior e que ocorreria amanhã, na TVI24.
Lamento-o profundamente, porque perde-se mais uma rara oportunidade para os cidadãos serem informados sobre a impreparação e a deceção que são apanágios da equipa que dirige o ministério da Educação.
Para este cancelamento só faltaria, digo eu, alegar-se que deveria estar alguém do ministério da Educação presente e ninguém teria aceite o convite, porque aí a ingenuidade da TVI é total.
Alguém acredita que nesta equipa ministerial exista quem quer que seja que disponha da coragem e da preparação para enfrentar, em debate, o professor Santana Castilho?
Nos últimos dois anos, quantos debates televisivos sobre as opções e as medidas de política educativa contaram com a participação de representantes do ministério da Educação? Que eu me recorde, nenhum.
Talvez seja necessário dispor-se de todo o tempo televisivo para se discutir o enjeitamento da "Vespa" por parte do ministro Pedro "Audi" Soares ("Mota" já era) ou as benesses marroquinas e de última hora ofertadas pelo orçamento de estado.
Discutir a educação deste país há-de ser coisa de somenos, razão pela qual as televisões o fazem apenas quando o rei faz anos, e nem sempre.
Lamento-o profundamente, porque perde-se mais uma rara oportunidade para os cidadãos serem informados sobre a impreparação e a deceção que são apanágios da equipa que dirige o ministério da Educação.
Para este cancelamento só faltaria, digo eu, alegar-se que deveria estar alguém do ministério da Educação presente e ninguém teria aceite o convite, porque aí a ingenuidade da TVI é total.
Alguém acredita que nesta equipa ministerial exista quem quer que seja que disponha da coragem e da preparação para enfrentar, em debate, o professor Santana Castilho?
Nos últimos dois anos, quantos debates televisivos sobre as opções e as medidas de política educativa contaram com a participação de representantes do ministério da Educação? Que eu me recorde, nenhum.
Talvez seja necessário dispor-se de todo o tempo televisivo para se discutir o enjeitamento da "Vespa" por parte do ministro Pedro "Audi" Soares ("Mota" já era) ou as benesses marroquinas e de última hora ofertadas pelo orçamento de estado.
Discutir a educação deste país há-de ser coisa de somenos, razão pela qual as televisões o fazem apenas quando o rei faz anos, e nem sempre.












